Filosofia do palavrão
Fui conhecer um pouco da obra daquele cidadão norte-americano que se diz brasileiro e filósofo, porque não quero ser um idiota, uma das palavras agressivas que o tal escritor usa frequentemente, inclusive no título de um de seus livros. O que vi nos seus textos e vídeos foram críticas à esquerda, à globalização, à liberdade sexual e a outros comportamentos modernos, que o autor denuncia como parte de uma conspiração marxista e comunista orquestrada pela elite global financeira e intelectual. Não é a primeira vez na história que este tipo de fantasia paranoide serve de propaganda populista, como durante o avanço nazista na Segunda Guerra Mundial, e este argumento absurdo já foi várias vezes desmistificado. O próprio escritor confessa não ter nenhuma proposta para ao futuro, nenhum modelo de sociedade, mas que gostaria de retomar os valores de duzentos anos atrás (ver entrevista com Pedro Bial em maio de 2019). É fácil sermos levados a concordar com ele de que há di...






A história se repete!
ResponderExcluirSerá que não saímos do mesmo lugar, desde então, hein, Lor?
ResponderExcluirQue coisa triste, observar as repetições. Pior ainda, há pioras!! Os ouriços continuam sumidos, zerado. Até as verduras algais sumindo, perdendo o viço. As camadas de corais vão, com isso, esbranquiçado, perdendo sua lustrosidade. Mundo ficando ruço. Abs. Boa sorte.
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