Tempero do Neymar
Alguém insistiu com meu neto Antônio, quando ele tinha 3 anos: - Come o bife de frango, Tom! - Frango? - Isso, come a galinha... - Galinha?! A gente come galinha!!!?? Seu espanto foi aumentando à medida que tentavam convencê-lo de que, sim, comemos galinhas, porcos, bois... - A gente come porco!!??? A gente come boi!!?? Desesperado, fugiu da mesa e desde então se recusa a comer carne sempre que pode. Agora, me tornei seguidor do Antônio, pois também não como animais mortos, por dois motivos. O primeiro, porque sim, concordo com ele que matar animais para comer é uma violência que cometemos contra seres não humanos que sentem dor, medo, aflição, desespero e desejo de viver como nós, humanos. Segundo, mas também importante, é porque ao comer carne tenho contribuído para a invasão de terras indígenas, para o desmatamento da Amazônia e para o aquecimento global. Parar de comer carne é pouquíssimo, eu sei, mas é uma das coisas que posso fazer. Se muita gente topar essa parada, quem sabe um ...