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Mostrando postagens com o rótulo fim de ano

É apenas um calendário na parede..., mas como importa!

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O sol não liga para nossas datas, mas seus primeiros raios de amanhã iluminarão outra maneira de organizarmos os símbolos que nos governam. Nesse novo tempo, duramente atingido, nossa voz outra vez poderá ser ouvida. Vamos recuperar nossos lugares de fala. Como memórias e projetos para este momento, compartilho duas publicações das quais tenho o prazer de ser um dos colaboradores: o jornal O Griffo – editado pelo caro Paulo Riccordi e que reúne dezenas de cartunistas e humoristas do Brasil e de outros países - e a Revista Ecológico – editada pelo amigo Hiram Firmino e que traz as novas esperanças com o governo Lula na defesa do ambiente. Basta clicar nos títulos para abrir os exemplares. Obrigado pela sua companhia neste 2022 e até breve. Lor  

Os pássaros Facundos

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  A pandemia de COVID mudou o mundo, inclusive com o surgimento de novas espécies de pássaros, que passaram a aproveitar os nichos ecológicos deixados vazios pelo isolamento social e o medo. Foi com grande surpresa que nós, ornitólogos experientes nas artes da sobrevivência em campo, registramos o aparecimento de novas espécies de aves da Família Facundidae .  A partir de imagens e  hábitos de vida  observados durante um ano e meio no Zoom, Thalma e eu resolvemos registrar em aquarela as principais descobertas. É importante lembrar que os espécimes encontrados desfrutam de boa saúde e não estão ameaçados de extinção. Uma hipótese para esta resistência excepcional aos tempos de pandemia é sua alimentação baseada no elixir da amizade. Espero que os amantes de pássaros, da natureza e da humanidade apreciem os desenhos abaixo neste alvorecer do ano 2022, um novo tempo onde a esperança reside. BH, 19 de dezembro de 2022 Thalma e Lor Por ordem alfabética, as espécies já id...

Ano passado eu não morri...

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  Presentemente, posso me considerar um sujeito de sorte, porque apesar de não ser muito moço, ainda me sinto meio salvo e quase forte. Mas, definitivamente, Deus não é brasileiro, nem anda ao meu lado. Deus pai, residente ou naturalizado, teria deixado as escavadeiras prepararem as covas para o terrível plantio das milhares de mortes antecipadas pelo vírus, aquele mesmo que Ele, brasileiro fosse, poderia ter evitado chegar às nossas praias? Filho destas terras, teria permitido que seus irmãos ignorantes se contaminassem (pai, perdoai os que não sabem o que fazem, lembra?) nas raves promovidas por ídolos e populistas que tratam as recomendações científicas de distanciamento social com a mesma chuteira que usam em campo ou nas mulheres? Nascido, quem sabe no Espírito Santo, não teria iluminado a ignorância sombria do sociopata que nos desgoverna com espuma gosmenta de prazer no canto da boca, salivando seu cinismo doentio e estúpido, enquanto mente sobre vacinas e facilita negócios...