terça-feira, 6 de junho de 2017

GRANDES CIENTISTAS BRASILEIROS JÁ APOIAM O SORTEIO!


Quase todos os cientistas brasileiros e de praticamente todas as áreas do conhecimento aprovam o SORTEIO como método válido de aproximação da realidade.

Na tentativa de evitarem interferências subjetivas e eventuais interesses pessoais, para saber o que de fato acontece numa determinada circunstância, os cientistas lançam mão de sorteios (números aleatórios, dados lançados, alternância de entrada, etc.) para realizarem seus trabalhos científicos.

Por exemplo, se um pesquisador deseja testar o efeito de um novo remédio ele pode formar dois grupos de pessoas com a doença em questão, um destes grupos receberá o medicamento verdadeiro, o outro grupo apenas um falso medicamento chamado placebo. Como ele forma os dois grupos? Realiza um sorteio entre as pessoas voluntárias que apresentam IGUALDADE de condições antes do tratamento. Metade das pessoas deve fazer parte do grupo com medicamento, a outra metade com o grupo placebo.

Além disso, os cientistas usam o sorteio para obterem informações sobre uma determinada população, ou seja, não precisam estudar todas as pessoas, mas apenas uma amostra delas que seja representativa do conjunto. Há regras e métodos para isto ser feito de forma confiável, de tal maneira que aquilo que acontece com aquela amostra provavelmente estará acontecendo com a população como um todo.

Assim, nossa campanha pelo SORTEIO JÁ! para 2/3 de todos os cargos eletivos (de vereador a presidente) tem uma base científica que sustenta a sua legitimidade. Os sorteados de forma tecnicamente correta constituirão uma amostra representativa da população brasileira e seu comportamento nas decisões públicas será provavelmente semelhante ao desejo da população como um todo.

Portanto, estou plenamente convencido de que o SORTEIO JÁ! é uma das formas de ação para melhorarmos nossa democracia.

Como disse o amigo Bruno Cota, da Banda Ri Vo Trio, “prefiro ficar nos braços da sorte do que no colo do azar como temos vivido até agora! ”

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